Controlar as pequenas coisas que vêm dos sacos de festa

Ilustração de uma paisagem

Depois de uma festa de anos, as crianças chegam a casa com um saco cheio de pequenos brindes: bolas saltitantes, autocolantes, apitos, anéis de plástico, pequenas figuras. Na hora são uma alegria, mas passados uns dias estão em todo o lado: no fundo da mochila, debaixo do sofá, no bolso do casaco. Um sistema simples ajuda a manter a ordem.

O primeiro passo é uma caixa ou um frasco para os brindes. Tudo o que vem dos sacos de festa vai para lá, e é de lá que a criança escolhe o que quer usar. Assim, os pequenos objetos não se dispersam, e a criança sabe onde estão. Uma caixa com tampa, ou um frasco grande de boca larga, serve muito bem para este fim.

Uma regra simples

Convém combinar com a criança que o que não cabe na caixa tem de sair. Quando está cheia, escolhe-se o que se quer manter e o resto oferece-se ou deita-se fora. A criança aprende a escolher e a valorizar o que tem. Muitas vezes, os brindes de que mais gosta são apenas alguns, e os outros já foram esquecidos.

Objetos muito pequenos, que uma criança mais nova possa levar à boca, devem ficar fora do alcance dos irmãos mais novos. Uma prateleira alta ou uma caixa com tampa difícil de abrir resolve o problema. É uma questão de bom senso, e todas as famílias com crianças de idades diferentes conhecem bem esta situação.

Uma ideia útil é aproveitar os brindes de outra maneira. Os autocolantes podem servir para decorar um caderno, os anéis e as pulseiras para uma caixa de tesouros, as pequenas figuras para um jogo. Assim, os brindes ganham uma segunda vida, e a criança usa a imaginação. O que já não interessa pode passar para outra criança ou ser guardado para a próxima festa que se organize em casa.

Depois de cada festa, uma pequena arrumação com a criança faz milagres. Abre-se o saco, olha-se para o que veio, escolhe-se o que fica e guarda-se o resto no lugar certo. Em poucos minutos está feito, e a casa não se enche de pequenas coisas sem dono. É uma rotina que se aprende depressa e que dá às crianças noção do que realmente valorizam.